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Gestão Ewerton em 27 Abr 2010
Para quem é chefe ou quer ser
Um alto executivo, estressado, foi ao psiquiatra.
O psiquiatra, experiente, logo diagnosticou:
- O Senhor precisa se afastar por duas semanas da sua atividade profissional. O conveniente é que vá para o interior, se isole do dia-a-dia e busque algumas atividades que o relaxem.
Então o nosso executivo procurou seguir as orientações…
Munido de vários livros, CDs e laptop, mas sem o celular, partiu para a fazenda de um amigo.
Passados os dois primeiros dias, o nosso executivo já havia lido dois livros e ouvido quase todos os CDs. Continuava inquieto. Pensou então que alguma atividade física seria um bom antídoto para a ansiedade que ainda o dominava. Chamou o administrador da fazenda e pediu para fazer algo. O administrador ficou pensativo e viu uma montanha de esterco que havia acabado de chegar.
Disse ao nosso executivo:
- O Senhor pode ir espalhando aquele esterco em toda aquela área que será preparada para o cultivo.
O administrador pensou consigo: ‘Ele deverá gastar uma semana com essa tarefa’.
Ledo engano. No dia seguinte o nosso executivo já tinha distribuído o esterco por toda a área.
O administrador então lhe deu a seguinte tarefa: abater 500 galinhas cortando suas cabeças com uma faca. Essa foi fácil; em menos de 3 horas já estavam todas prontas para serem depenadas; pediu logo uma nova tarefa..
O administrador:
- Estamos iniciando a colheita de laranjas. O Sr. vá ao laranjal levando três cestos para distribuir as laranjas por tamanho. Pequenas, médias e grandes. No fim daquele primeiro dia o nosso executivo não retornou. Preocupado, o administrador se dirigiu ao laranjal.
Viu o nosso executivo com uma laranja na mão, os cestos totalmente vazios, falando sozinho:
- Esta é grande. Não, é média. Ou será pequena???
- Esta é pequena. Não, é grande. Ou será média???
- Esta é média. Não, é pequena. Ou será grande???
Moral da história:
Espalhar merda e cortar cabeças é fácil. Difícil é tomar decisões…
Gestão Ewerton em 11 Abr 2010
FAÇA MENOS E CONQUISTE MAIS
Um mestre chinês foi chamado a um lugarejo para fazer chover, num lugar onde não chovia há muito, e onde outros magos haviam fracassado. O homem chegou, construiu uma tenda e ficou quatro dias dentro dela. Então, os céus abriram suas cachoeiras. O espantado povo perguntou ao mestre da chuva: o que o senhor fez? Ele respondeu: nada. E explicou: “esta aldeia estava em desarmonia com o céu. Fiquei quatro dias harmonizando-me com o sagrado e a chuva chegou”. A solução não é remar contra a corrente, como quase todo mundo faz, mas ser como um rio, que, em vez de lutar contra as pedras no caminho, contorna-as suavemente e segue com naturalidade. “Quando nos libertamos do esforço deixamos que o poder dos milagres faça parte de nossas vidas.” Um dos segredos é concentrar nossos esforços e recursos naquilo que é prioritário. A prioridade do rio é chegar ao mar, as pedras no caminho são secundárias. Portanto, é necessário “abrir mão” do secundário
Gestão Ewerton em 04 Mar 2010
VOCÊ ANDA DANDO ORDENS DEMAIS E NEGOCIANDO DE MENOS?
(Por Astênio Araújo)
Tiago, jovem gerente de 27 anos, solicitou atendimento emergencial ao Simplorim, na sua, agora, já famosa tenda. Muitos, inclusive, já a chamavam jocosamente de “A Tenda dos Milagres”.
Simplorim, como de costume recebeu o seu convidado e pôs-se a ouvir atentamente a sua história sem interromper. Tiago falou por quarenta minutos. Suas queixas giravam sempre em torno da desobediência generalizada que tinha no seu departamento, composto de dezoito pessoas. Não entendia porque ninguém o obedecia. Para conseguir algo, tinha que pôr muita pressão no pessoal, e acompanhar de perto as tarefas. Bastava ele dar as costas para os seus funcionários fazerem “corpo mole”. Apesar de, no último ano, ter feito uma mega operação com o RH, e trocado mais de cinquenta por cento do time, os novos funcionários rapidamente assumiram o comportamento dos antigos e a desobediência e ineficiência voltou a imperar.
- Estou revoltado!, disse Tiago. Outro dia fiz uma reunião com todos e coloquei os pontos no “is”. Falei claramente que iria demitir todos os que me desobedecessem, e os que não cumprissem as metas estabelecidas.
- E quantos não cumpriram as metas depois disso? Perguntou Simplorim.
- Mais de oitenta por cento não cumpriram suas metas, falou Tiago. Só matando! Minhas ordens não são obedecidas! São um bando de vagabundos!
- “Um verdadeiro lider não dá ordens”, disse Simplorim. “Ele dá missões”.
- E qual a diferença? Peguntou Tiago impaciente - Para mim é a mesma coisa.
- Uma ordem é quando você manda diretamente alguem executar algo. As pessoas tendem a obedecer ordens por medo. Medo de perder emprego, prestígio, posição, etc…
- Uma missão exige “ritos”. Você chama o seu colaborador, explica o que tem que ser feito, diz dos resultados esperados e o quanto eles serão importantes para a organização. Explica os riscos de não fazê-lo. Você também explica o porque dele ter sido selecionado para executar esta importante missão, ressaltando as qualidades que o habilitaram para tal. Fala para ele dos ganhos que ele vai ter ao executá-la (mesmo que sejam ganhos aparentemente pequenos, como ganhar pontos na avaliação de desempenho).
- Participar de uma missão gera prazer ao colaborador. As coisas precisam fazer sentido para que sejam bem executadas.
- Uma outra coisa importante: um líder negocia o tempo todo com os seus colaboradores. Ele não ordena; ele negocia. E negocia tudo. Ao delegar uma missão, ele dá ao missionário a oportunidade de requisitar as condições necessárias ao bom desempenho. Ele sempre tem a clássica pergunta: o que você precisa para executar esta tarefa? O resto é uma sucessão de acordos, para ajustar as expectativas do colaborador à realidade da empresa.
- Na verdade, Tiago, o grande problema do seu departamento é você, disse secamente, mas com respeito e compaixão, o Simplorim. Você anda dando ordens demais e negociando de menos.
Um Tiago visivelmente irritado deixou “A Tenda” de Simplorim, mal comprimentando-o na saída.
-x-
Alguns meses depois o Simplorim soube, em um bate-papo no cafezinho, que o Tiago havia feito uma enorme mudança em seu departamento e que tinha, inclusive, recebido a melhor média na avaliação dos gerentes da organização. Hoje ele era o gerente mais amado por seus “seguidores”.
- Que será que aconteceu para ele mudar tanto? Peguntaram-lhe.
- Não tenho a menor idéia, respondeu Simplorim, disfarçando a sua enorme satisfação ao receber a notícia.
- Estas coisas acontecem! concluiu.
Gestão Arley em 21 Dez 2009
Mensagem de Natal e Ano Novo:

Ao término deste ano, onde os sentimentos de fé e esperança renovam-se, rogamos a Deus que abençoe todos os clientes, parceiros e funcionários, que ilumine nossos caminhos, afastando o pensamento de desesperança e de descrédito em nosso semelhante. Tenhamos força e tranqüilidade para enfrentarmos as tormentas que hão de vir e que os sentimentos de coragem, superação e justiça possam estar presentes em nossos novos dias.
Que o seu Natal seja cheio de paz e harmonia em companhia dos amigos e da família.
Que a passagem deste ano renove e revigore em todos nós a esperança de saúde,
prosperidade, bem estar e felicidade.
BOAS FESTAS!!!
Gestão Ewerton em 11 Dez 2009
“O bom líder é generoso”
Para o lendário CEO da GE, executivos têm que se preocupar com seus funcionários e saber recompensá-los
Jack Welch quer ser lembrado como o homem que construiu e trabalhou anos a fio com uma das melhores equipes já montadas na história do mundo corporativo. Aos 74 anos, não é exagero dizer que o lendário CEO da GE conseguiu o feito. Durante os 20 anos em que o executivo americano dirigiu a General Eletric (1981-2001), ela viu seu valor de mercado passar de US$ 13 bilhões para US$ 400 bilhões. Hoje, Welch é autor de best-sellers e seu nome é presença constante nas escolas de negócios no globo todo.
Construir equipes talentosas como a que Welch dirigiu é um dos principais desafios empresariais. Com a serenidade de quem acumula décadas de experiência, ele indica um dos principais fatores para a formação de bons times. “Um líder precisa ser generoso. Ele tem que se preocupar com seus funcionários e com suas famílias. Ele não pode ser mão de vaca. Um bom líder deve adorar dar promoções e aumentos de salário”, disse Welch, em videoconferência concedida nesta segunda-feira (30/11), na ExpoManagement 2009, evento promovido pela HSM, em São Paulo.
“Se você não tem prazer em dar aumento aos seus funcionários, que tipo de profissional é você? Você provavelmente deve estar infeliz consigo mesmo. Depois de cinco anos como CEO da GE, eu já tinha conseguido tudo o que queria. Foi muito bom ver os funcionários crescerem, melhorarem e conquistarem seus objetivos”, completou.
Para o americano, os bons profissionais não querem mais trabalhar em empresas que não se importem com eles e que não levem em conta critérios de meritocracia. Esse cenário só aumenta a importância do setor de RH das companhias, injustamente desmerecido, segundo Welch.
“Se você fosse montar um time de futebol, a quem daria mais importância: ao contador ou a quem seleciona os atletas? Houve uma inversão de valores nas empresas. É terrível que os diretores financeiros tenham se tornado mais importantes do que os de RH”, defende. “É esse setor que cria as políticas de avaliação e desenvolvimento. E é muito importante ter precisão na avaliação dos funcionários. Não é possível desenvolver uma companhia sem um bom RH”.
Outro ponto essencial, segundo o americano, é conseguir fazer com que os profissionais tenham paixão pelo que fazem, “que fiquem felizes ao saber que no dia seguinte voltarão ao trabalho” e “tenham orgulho do que fazem”. Neste quesito, Welch não tem meio termo. “Uma pessoa sem paixão é ruim como amante e ruim na empresa”.
É importante também que os funcionários saibam o que o chefe pensa deles e por que ele pensa dessa forma. “Os profissionais precisam saber o que se pensa deles. Isso não pode ser escondido”, fala Welch.
Sinceridade, política de metas e recompensas, tratamento humano e transparência. Esta é a receita de Jack Welch. Funciona? Para GE, definitivamente, funcionou.
Fonte: Revista Época.
Gestão Ewerton em 16 Out 2009
O que deixou de ser e o que ainda é tabu dentro dos escritórios
Enquanto escrevia sobre o tabu que impede milhões de funcionários de escritórios com depressão nervosa de discutirem sua condição em torno do bebedouro de água, eu inadvertidamente quebrei um outro tabu.
Eu usei a palavra “colhões” na descrição de um teste de rotina que os médicos fazem em pacientes do sexo masculino. Vários leitores escreveram para reclamar que o termo foi inadequado em uma coluna que trata da vida nos escritórios. Fiquei impressionada com o fato deles reagirem a um ato de vulgaridade tão pequeno, em função dos grandes atos de vulgaridade que são perpetrados o tempo todo nos escritórios.
Mas as reclamações também me fizeram querer ter um manual de regras, um guia definitivo sobre o que é e o que não é apropriado no escritório. Como não há nada do tipo na internet, tive que escrever o meu próprio manual e saí à caça de tabus nos escritórios. Primeiramente, olhei para os lugares óbvios, mas não consegui nada, uma vez que a maior parte dos velhos tabus está acabando.
Para começar, xingamentos e outros linguajares duvidosos são aceitos na maior parte dos escritórios, contanto que sob consentimento das pessoas envolvidas e que uma ou duas palavras mais pesadas sejam evitadas. Mesmo assim continua não sendo uma boa ideia xingar alguém diretamente, especialmente se esse alguém for um chefe.
O sexo continua sendo um tanto inadequado- especialmente consumar o ato no local de trabalho. No entanto, a paquera- que nos últimos 15 anos foi tabu, uma vez que os homens temiam que mesmo um sorriso para uma mulher poderia ser interpretado como assédio sexual- está voltando. Os homens estão voltando a comentar a aparência de uma colega. Isso é uma mudança para melhor- ou seria se os homens soubessem como fazer isso apropriadamente. Na semana passada, um colega me perguntou com um tom incrédulo: “Você mudou alguma coisa nos cabelos?” Eu respondi friamente: “Acho que o quê você está querendo dizer é: ’seus cabelos estão lindos’.”
Discussões sobre sexo são perfeitamente aceitáveis nos espaços abertos dos escritórios- com frequência é possível ouvir trechos de colegas lavando a roupa suja em conversas nas baias com advogados que estão tratando de seus divórcios, ou detalhes sobre encontros amorosos desastrosos.
Demonstrar fortes emoções, que já foi visto como uma coisa indigna, é hoje visto como uma coisa boa. Pode-se chorar com segurança (pelo menos no caso das mulheres), sem que isso provoque um dano exagerado à carreira. A raiva também está voltando: um estudo recente sugere que ela pode ser uma coisa purificadora em certas situações.
Quando o assunto diz respeito aos vestidos que se pode usar no local de trabalho, não há nada frugal ou desmazelado demais. Outro dia, uma mulher que trabalha comigo apareceu andando pelos corredores com um vestido com um decote nas costas que era mais apropriado para a praia.
Nem mesmo cochilar no local de trabalho provoca mais surpresa- contanto que você não faça isso enquanto seu chefe estiver falando com você. Alguns escritórios estão chegando ao ponto de criar salas especiais para os funcionários fazerem a sesta.
A única coisa que consigo pensar- além de discutir os problemas de depressão de alguém- que ainda é proibido, é falar sobre o salário. Graças a Deus ainda é considerado deselegante perguntar a um colega quanto ele ganha.
Todavia, o fim dos tabus óbvios não significa que agora vale tudo. Na verdade, não está havendo uma permissividade geral: é que há certos tabus modernos nos escritórios que são mais sutís e, desse modo, são mais fáceis de serem quebrados quando não há uma eterna vigilância.
Por exemplo, o maior tabu no local de trabalho é de longe a verdade- ou pelo menos qualquer verdade que prejudique a importância por si mesma do trabalho. Uma amiga me disse que participou recentemente de uma conferência telefônica mundial, em que cada pessoa se apresentou e disse onde estava. Uma disse que estava em uma sala de reuniões em Londres. Outra disse que estava em um jatinho corporativo. Minha amiga disse que estava na cozinha em casa, de pijamas, comendo uma torrada. Houve um breve silêncio, seguido de risadas envergonhadas.
Do mesmo modo, há um tabu sobre a ambição. Uma pessoa não deve alardear que tem muita coisa, nem dizer que tem pouco demais. Você não pode dizer para o seu chefe: vou ficar aqui até a minha aposentadoria. Também não pode dizer: quero o seu cargo. Na verdade, quando alguém conversa com o chefe, quase tudo é tabu. É muito arriscado fazer uma piada. É arriscado ser muito camarada. O retorno honesto é sempre um plano ruim. O mesmo pode ser dito da ironia.
É um grande tabu criticar a própria companhia. Por exemplo, se você trabalha para uma firma de consultoria estratégica, você nunca pode dizer: “Somos iguais às outras firmas de consultoria estratégica”. Embora qualquer idiota de fora saiba que isso é verdade, os gênios de dentro não podem admitir isso, caso contrário seu mundo desmoronaria.
No entanto, há uma coisa no local de trabalho que deveria ser tabu, mas não é: trabalhar de maneira desleixada. Isso continua sendo perfeitamente aceito mesmo na empresa mais competitiva deste planeta. No Goldman Sachs, onde os analistas precisam contornar centenas de obstáculos para conseguir um emprego, não é tabu alguém dizer besteiras aos clientes. O mais recente relatório “Energy Watch” do banco diz: “Apesar das surpresas positivas com a demanda, a oferta também vem apresentando surpresas significativas, com a maior parte delas vindo da extinta União Soviética, onde a oferta não só nos surpreendeu com 650.000 barris/dia, como também a Agência Internacional da Energia, com quase 500.000 barris/dia…”. Usar a palavra “surpresa” quatro vezes em uma sentença na qual você admite que falhou em prever a demanda ou a oferta é uma coisa e tanto. Surpreendentemente ruim, na verdade.
Lucy Kellaway é colunista do “Financial Times”. Sua coluna é publicada quinzenalmente na editoria de Carreiras.
Gestão Ewerton em 16 Out 2009
Desafios, liberdade e chance de crescer motivam mais que salário
Ao contrário do que muita gente acredita, a possibilidade de acumular dinheiro e bens não é o fator que mais motiva os profissionais no trabalho. Desafios a vencer, liberdade e autonomia para tomar decisões e oportunidades de crescimento hierárquico são os fatores que mais influenciam positivamente e motivam os profissionais.
Segundo a pesquisa A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros 2009, realizada pela Catho Online, 86,9% dos profissionais se sentem muito motivados frente à possibilidade de vencer desafios.
Além disso, o estudo indica que 86,5% dos profissionais pensam que ter autonomia e liberdade de ação dentro da empresa é fator muito motivador, enquanto 84,2% valorizam as chances de crescimento na organização. Manter a motivação profissional dos colaboradores de uma empresa sempre traz bons resultados.
“Obter altos índices de satisfação no trabalho resulta em retenção de talentos, maior produção e clima organizacional favorável, entre uma série de outros benefícios”, diz Adriano Meirinho, diretor de Marketing da Catho Online.
A pesquisa foi realizada entre os meses de março e abril deste ano. A análise contou com a opinião de 16.207 participantes, que responderam a um formulário online com 299 perguntas, questionando sobre essas dimensões da vida do profissional. Foram levadas em consideração apenas as respostas de profissionais que trabalham em empresas privadas e que possuem mais de 18 anos de idade. Esta pesquisa é realizada desde 1988.
Fonte: Canal Executivo



