Feed Artigos Comentários

Arquivo de Novembro de 2009



Noticias do Mercado Ewerton em 30 Nov 2009

Empréstimo Consignado somam R$ 1,77 bi em Outubro

As operações de empréstimo consignado, realizadas para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) por instituições financeiras, alcançaram R$ 1,77 bilhão em outubro. O montante ficou 156,6% acima do verificado em igual mês de 2008.

Foram registradas 663,5 mil operações, quantidade 85,3% superior à de outubro do ano passado, de acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (27) pelo MPS (Ministério da Previdência Social).

De janeiro a outubro deste ano, o valor das operações foi de R$ 18,5 bilhões, 154% acima do registrado no mesmo período de 2008. A quantidade acumulada de operações alcançou oito milhões, 51% superior ao total realizado nos dez primeiros meses de 2008.

A expansão dos recursos contratados ao longo deste ano deve-se, em parte, ao aumento da margem de comprometimento de 20% para 30% do benefício a ser utilizado em empréstimo pessoal, válido desde o último mês de abril.

Empréstimo

Os valores dos contratos de empréstimos pessoais, que representam quase a totalidade das operações de crédito consignado, atingiram R$ 1,76 bilhão em outubro deste ano.

O montante ficou 197,9% acima do registrado em igual mês de 2008. No período, foram realizados 648,4 mil operações, com uma alta de 162,3% na comparação com outubro anterior.

No acumulado deste ano, os contratos de empréstimos pessoais somaram R$ 18 bilhões. O montante foi 170% superior ao verificado em igual período anterior. No mesmo intervalo, foram realizadas 7,6 milhões de operações, 161,4% acima do total registrado entre janeiro e outubro de 2008.

Cartão

As operações de cartão de crédito somaram 15,1 mil em outubro deste ano. A quantidade foi 86,4% inferior à verificada em igual mês do ano passado. O valor das operações de cartão de crédito atingiu R$ 12,83 milhões em outubro, 87,2% inferior ao registrado no mesmo mês de 2008.

No acumulado deste ano, foram registradas 446,7 mil operações, quantidade 81,4% inferior à verificada no mesmo período de 2008. Os contratos com cartão corresponderam ao total de R$ 496,2 milhões no mês, uma queda de 22% em relação ao ano passado.

Renda

Do total de operações de cartão de crédito e empréstimo pessoal, 60,5% foram feitas por segurados com renda até um salário mínimo. Esses aposentados e pensionistas responderam por um pouco menos da metade (47,6%) dos valores dos créditos colocados no mercado em outubro deste ano, num total de R$ 843,7 milhões.

Os valores médios dos contratos de empréstimo pessoal superaram os registrados em setembro deste ano. Os segurados que recebem até um salário mínimo contrataram, em média, R$ 2.135,18, acima dos R$ 2.102,53 registrados no mês anterior.

O montante para aqueles com renda entre um e três salários passou de R$ 2.834,05 para R$ 2.842,00. Os aposentados com renda acima de três salários mínimos contrataram empréstimos com o valor médio de R$ 4.939,76, também superior aos R$ 4.902,80 registrados em setembro passado.

A maioria dos contratos de empréstimo pessoal em outubro possuía parcelamento de 49 a 60 parcelas. De 648,4 mil, 76,2% (ou 493,8 mil) foram divididos desta forma. Do total de operações, 36,5% foram realizadas por segurados na faixa de 60 a 69 anos. A parcela de 24,4% correspondeu ao uso de aposentados com idade de 70 e 79 anos.

Regiões

Em outubro deste ano, R$ 803,7 milhões em empréstimos consignados foram disponibilizados no mercado da Região Sudeste, por meio de 288,4 mil contratos.

O estado de São Paulo, líder nacional tanto em valor quanto em quantidade de operações, respondeu por 51,4% do volume de contratos e 54,7% do total de recursos da região.

No Nordeste, foram realizadas 197,2 mil operações, num total de R$ 498,8 milhões. A Bahia foi responsável por 23,1% da quantidade (45,6 mil) e 23,7% do valor (R$ 118,3 milhões). O Ceará respondeu por 33,8 mil contratos e R$ 77 milhões de recursos, que equivaleram, respectivamente, a 17,1% e a 15,4% dos totais da região.

As operações de crédito consignado somaram R$ 295,5 milhões na Região Sul no mês de outubro. No total, foram realizados 112 mil contratos. O Rio Grande do Sul respondeu por 43,3% da quantidade das operações, com 48,5 mil contratos, e por 43,9% dos recursos, correspondentes a R$ 129,7 milhões.

Na Região Norte, os contratos somaram R$ 96,3 milhões, distribuídos em 35,9 mil operações. O Pará liderou, respondendo por 54,8% de participação na quantidade, com o total de 19,7 mil, e 55,5% no valor, correspondentes a R$ 53,4 milhões.

Em outubro, foram realizados 29,9 mil contratos de crédito consignado no Centro-Oeste, num total de R$ 79,9 milhões de recursos disponibilizados. Goiás foi o líder regional, com 11,3 mil operações (37,6%) e soma de recursos de R$ 28,6 milhões (35,8%).

Fonte: Fatima News

Tecnologia da Informação Ewerton em 27 Nov 2009

TESTES de RSS

Bom dia,

Estamos testando nossa seção de RSS

Atencisamente,

Gerencia de TI

Comunicado NEPROM Ewerton em 27 Nov 2009

NOVOS LIMITES OPERACIONAIS!!!

Segue abaixo as tabelas com os novos limites operacionais aplicados pelos bancos.

BMC - BMC

BMG - BMG

BMG   EXERCITO - BMG   EXERCITO

BMG   INSS - BMG   INSS

BV - BV

MATONE   INSS - MATONE   INSS

MATONE   FOR  AS - MATONE   FOR  AS

MATONE   SIAPE - MATONE   SIAPE

Atenciosamente,

Gerencia Comercial

Noticias do Mercado Ewerton em 24 Nov 2009

Empréstimos ajudaram país a reagir à crise

Durante a turbulência, houve aumento de 20,8% na concessão de financiamentos acima de R$ 5 mil

Em meio à crise econômica, 3,59 milhões de brasileiros contraíram dívidas superiores a R$ 5 mil no sistema financeiro.

Entre as operações que mais cresceram nesse período estão o crédito consignado e o financiamento imobiliário, segmentos em que os bancos públicos passaram, a pedido do governo, a atuar mais fortemente desde o agravamento da crise.

Os dados constam de levantamento do Banco Central (BC) que mostra o comportamento do endividamento no auge da turbulência global. O Sistema de Informações de Crédito (SCR) mostra que, no fim de agosto, 20,83 milhões de pessoas mantinham empréstimo superior a R$ 5 mil nas instituições financeiras. O universo é 20,8% maior que o registrado 12 meses antes, em agosto de 2008, o último mês antes do agravamento da crise financeira.

Operações com juros mais elevados cresceram menos

O aumento do número de endividados aconteceu, na avaliação do governo, “de maneira saudável” porque foram privilegiados empréstimos para o consumo e aquisição de bens e imóveis, operações que geram reflexos positivos na atividade econômica. Não houve explosão nos empréstimos mais caros e que são a última alternativa em caso de dificuldade financeira, como o cheque especial e cartão de crédito.

Passada a crise, o governo entende que esses 3,5 milhões de brasileiros que contraíram dívidas para consumir foram, juntamente com as medidas de desoneração, algumas das peças das mais importantes no motor que permitiu ao Brasil reagir rapidamente à crise financeira.

Nesses 12 meses, o volume do crédito consignado cresceu 33,1% e somou R$ 99,6 bilhões em agosto. Com o desempenho, a operação já responde por 17% de toda a dívida das pessoas físicas. Outro segmento em destaque foi o imobiliário, que avançou 42,6% e atingiu R$ 76 bilhões. Esses financiamentos para a compra de imóveis já correspondem a 12,5% de todo o endividamento das famílias. Na mesma comparação, operações mais caras cresceram menos: o uso do crédito rotativo avançou 8,9% e do cheque especial, 10,5%.

O SCR é um sistema do BC alimentado mensalmente pelas instituições financeiras que são obrigadas a detalhar todos os empréstimos com valor superior a R$ 5 mil.

Fonte: Zero Hora

Noticias do Mercado Ewerton em 24 Nov 2009

Empréstimos acima de R$ 5 mil crescem 20,8%

Aumento é resultado das ações do governo para incentivar o consumo

Em meio à crise financeira, 3,59 milhões de brasileiros contraíram dívidas superiores a R$ 5 mil no sistema financeiro. O dado consta de levantamento do Banco Central (BC) que mostra o comportamento do endividamento no auge da crise. Entre as operações que mais cresceram nesse período, estão o crédito consignado e o financiamento imobiliário, segmentos em que os bancos públicos passaram, a pedido do governo, a atuar mais fortemente desde o agravamento da turbulência econômica global.

Dados do Sistema de Informações de Crédito (SCR) mostram que, no fim de agosto, 20,83 milhões de pessoas mantinham empréstimo superior a R$ 5 mil nas instituições financeiras. O universo é 20,8% maior que o registrado 12 meses antes, em agosto de 2008, exatamente o último mês antes do auge da crise financeira.

Esse aumento do número de pessoas endividadas aconteceu, na avaliação do governo, “de maneira saudável” porque foram privilegiados empréstimos para o consumo e aquisição de bens e imóveis, operações que geram reflexos positivos na atividade econômica. Não houve explosão nos empréstimos mais caros e que são a última alternativa em caso de dificuldade financeira, como o cheque especial e cartão de crédito.

Passada a crise, o governo entende que esses 3,5 milhões de brasileiros que contraíram dívidas para consumir foram, junto com as medidas de desoneração, algumas das peças mais importantes no motor que permitiu ao Brasil reagir rapidamente à crise financeira.

Nesses 12 meses, o volume do crédito consignado cresceu 33,1% e somou R$ 99,6 bilhões em agosto. Com o desempenho, a operação já responde por 17% de toda a dívida das pessoas físicas. Outro segmento em destaque foi o imobiliário, que avançou 42,6% e atingiu
R$ 76 bilhões. Esses financiamentos para a compra de imóveis já correspondem a 12,5% de todo o endividamento das famílias. Na mesma comparação, operações mais caras cresceram menos: o uso do crédito rotativo avançou 8,9% e do cheque
especial, 10,5%.

“O governo flexibilizou as regras do consignado, despejou muito crédito imobiliário e a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil cresceram em ritmo forte. Parte importante desse movimento foi efeito da política deliberada do governo para facilitar o crédito e, assim, manter a demanda aquecida”, diz o professor de finanças Ricardo José de Almeida. Para ele, a reação da economia mostra que esse plano foi bem-sucedido, com manutenção das vendas no varejo e reação rápida na construção civil, segmentos que têm grande capacidade de gerar empregos e ampliar o efeito positivo do crédito na economia.

Os dados do SCR mostram ainda que, na média, brasileiros com empréstimos superiores a R$ 5 mil deviam R$ 20.512,00 aos bancos em agosto de 2009. O valor é R$ 556,00 menor que o observado 12 meses antes. A queda é avaliada positivamente pelo especialista em finanças. “É um bom indício porque mostra que o crédito está mais pulverizado entre os clientes, o que diminui a concentração em determinados segmentos e pode mostrar o maior acesso dos clientes de renda menor”, diz.

O SCR é um sistema do BC alimentado mensalmente pelas instituições financeiras que são obrigadas a detalhar todos os empréstimos com valor superior a R$ 5 mil. Para a autoridade monetária, os dados servem para avaliar a exposição ao risco de bancos e financeiras, assim como conhecer a conjuntura. Para as instituições financeiras, a informação permite avaliar o risco e o endividamento de cada cliente antes da liberação de um novo empréstimo.

Prazo de financiamento a veículos aumenta e volta ao radar do BC

Passada a crise, bancos se armam para ganhar mercado com a retomada dos empréstimos. Um dos campos em que a disputa é mais explícita é no financiamento de veículos. Para tentar conquistar mais clientes, instituições financeiras têm ampliado prazos e já é possível pagar um carro em até seis anos. O tema, que já foi motivo de preocupação no governo, tende a voltar ao radar do Banco Central se os prazos aumentarem mais.

Dados do BC mostram que os empréstimos tradicionais para a compra de veículos (CDC) contratados em agosto de 2009 tiveram, na média, 43,6 meses - quase quatro anos. Esse prazo médio, que tem crescido ininterruptamente desde dezembro, é quase dois meses superior ao visto 12 meses antes. No leasing, o prazo é ainda mais elástico: 51,6 meses. Um ano antes, o prazo médio era de 50,8 meses. É possível, contudo, encontrar operações de até 80 meses.

“Um carro começa a ter depreciação acelerada em cerca de cinco anos, o que compromete a garantia que ele representa no financiamento. Dessa forma, um prazo muito maior que quatro anos começa a ficar preocupante”, diz o professor de finanças Ricardo José de Almeida.

Na equipe econômica, a avaliação dos técnicos é menos preocupante, mas cautelosa. Por enquanto, não há temor de que o alargamento dos prazos represente uma ameaça à sustentabilidade desse segmento de crédito. Há, porém, o temor de que operações mais elásticas, com menor parcela, incentivem a exposição excessiva aos empréstimos. Além disso, permanece a avaliação de que o veículo perde o valor e pode não ser suficiente para garantir um financiamento tão longo em caso de calote.

Inadimplência das empresas tem incremento de 4,3% em outubro

O crescimento da inadimplência no segmento de pessoas jurídicas registrou em outubro elevação de 4,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. Esse aumento registrado em outubro é o menor apurado em 2009 na comparação de um mês com seu equivalente em 2008. É o que indica o Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas. Na comparação com setembro, a inadimplência cresceu 0,8%. No acumulado do ano até outubro, há uma alta de 24,3%.

Segundo os técnicos da Serasa Experian, a retomada da produção no País, somada à redução da inadimplência das pessoas físicas e à volta gradual do crédito às empresas, com juros mais baixos, explica a queda do ritmo de alta da inadimplência das pessoas jurídicas, fenômeno que vem ocorrendo desde junho.

As empresas com foco na exportação, de acordo com os técnicos, são as que têm apresentado a maior dificuldade, por causa do real valorizado e da queda da demanda externa em razão da crise econômica. Os técnicos avaliam que o movimento de retração do ritmo de alta da inadimplência das empresas deve continuar nos dois últimos meses do ano.

De acordo com a pesquisa, os títulos protestados lideram o ranking de participação na dívida das empresas no acumulado do ano até outubro, com 41,6%. Em seguida vêm os cheques sem fundos, com 38,8%, e as dívidas com bancos, que somam 19,6%.

Fonte: Jornal do Comercio

Noticias do Mercado Ewerton em 24 Nov 2009

Falha no desconto, culpa do banco

Justiça inocenta servidores quando parcela do empréstimo consignado deixa de ser debitada do contracheque

Brasília - Os servidores públicos estão conseguindo na Justiça a revisão de cobranças indevidas de valores de empréstimos consignados em diversos casos. As decisões favoráveis são de segunda instância e proferidas de forma semelhante por tribunais de estados diferentes. Isso indica um mesmo entendimento sobre os fatos e o direito do servidor.

Uma das decisões mais importantes proíbe os bancos de cobrarem posteriormente valores maiores e acrescidos de juros e multa. É referente a casos quando o desconto deixa de ser feito em algum momento do contrato por falta de margem consignável (limite legal de 30% da remuneração bruta).

23 info - 23 info

Tanto o Tribunal de Justiça do Distrito Federal quanto o do Rio têm o mesmo entendimento: de que a culpa pelo não desconto, autorizado em folha, é do banco e não do cliente servidor público.

Na segunda-feira passada, o Tribunal do Rio confirmou a sentença de primeira instância e condenou um banco a pagar indenização, a título de dano moral, de R$ 4 mil a uma funcionária pública. A instituição financeira havia incluído o nome da servidora no cadastro de maus pagadores da Serasa, sob alegação de inadimplência desde a primeira parcela devida.

“Tratando-se de empréstimo consignado, em que as prestações são deduzidas em contracheque do cliente, o não pagamento da mencionada parcela não decorre de culpa da consumidora e sim de falha no serviço de cobrança do banco”, diz o acórdão do Tribunal de Justiça (TJ) do Rio de Janeiro.

Cinco dias antes, o TJ também já tinha concedido outra decisão no mesmo sentido, ou seja, de que não se pode “transferir a responsabilidade pela não realização dos descontos ao servidor público”.

Vitórias também em caso cobranças em duplicidade

O Judiciário tem considerado ilegal a cobrança de valores em duplicidade ou maiores que os inicialmente contratados pelo servidor. Também tem proibido o banco de aumentar o número de parcelas, mesmo mantendo o valor mensal inicial, para cobrir o saldo devedor que ficou maior pela incidência de multa por atraso e juros de mora.

Apesar de não ser uma questão pacífica, em alguns processos, os magistrados têm decidido que os bancos podem efetuar descontos mensais menores que os contratados caso não haja margem consignável suficiente para cobrir a parcela.

Outro motivo de vitória dos funcionários públicos na Justiça é quando os bancos descontam valores acima dos 30% da remuneração bruta. Mas é preciso agir com boa fé. Recentemente, o Tribunal do Rio de Janeiro negou pedido de liminar para rever os empréstimos de um militar da Marinha, alegando má fé na contratação.

De acordo com a decisão, o militar contratou empréstimos consignáveis simultaneamente com quatro bancos diferentes, sem, no entanto, avisá-los dos contratos anteriores, ciente de que o somatório dos quatro contratos ultrapassaria os 30% da sua renda. Em seguida recorreu à Justiça para que os descontos ficassem limitados a apenas o limite de 30% da sua renda mensal.

Juizados Especiais são bem mais rápidos

O servidor pode recorrer ao Judiciário por meio dos Juizados Especiais, que funcionam mais rapidamente, ou por meio da chamada Justiça comum. A vantagem dos Juizados, além da maior rapidez do julgamento, é que o servidor não precisa contratar advogado para causas de até 20 salários mínimos (R$ 9.300,00) e nem pagar as custas para iniciar o processo. Alguns casos de revisão de valores de empréstimo podem se enquadrar perfeitamente nesse limite, já que o valor da causa pode ser estimado com base em 12 vezes o número de parcelas do empréstimo, praxe nesses casos. Os Juizados julgam, no entanto, somente causas de até 40 mínimos (R$ 18.600,00).

Na Justiça comum, é necessário ter advogado. O servidor pode ficar livre de pagar as custas e eventuais honorários advocatícios da parte contrária, em caso de perda da causa, caso solicite o benefício da justiça gratuita, concedido a quem não tem renda suficiente para custear advogado. Quem ganha de R$ 2 mil a R$ 3 mil pode até obter essa gratuidade se demonstrar que a renda está comprometida com outras despesas. Outra opção do servidor público é recorrer ao departamento jurídico do seu sindicato, que, em geral, oferece assistência jurídica gratuita.

Fonte: O DIA Online

Noticias do Mercado Ewerton em 22 Nov 2009

Crédito retoma ritmo de crescimento de 2007

São Paulo - A concessão de novos créditos ao consumidor para este fim de ano deverá aumentar entre 10% e 13% em dezembro e atingir R$ 56 bilhões. O ritmo de expansão da procura por crédito deverá ficar muito próximo do registrado em dezembro de 2007, o melhor Natal da década. Naquela época, a economia estava a todo vapor e o volume de novos financiamentos ao consumidor cresceu quase 15% em dezembro, ante o mesmo mês de 2006.

“Se expurgarmos 2007, este será o melhor dezembro dos últimos três anos para o crédito”, afirma o gerente de Indicadores de Mercado da Serasa Experian, Luiz Rabi, que fez a projeção com base num modelo que considera o comportamento de 325 variáveis. A cifra inclui todas as linhas de crédito com recursos livres das instituições financeiras (crédito direto ao consumidor, o CDC, empréstimo pessoal, consignado, cartão de crédito, cheque especial e veículos), menos o crédito imobiliário. Já em dezembro de 2008, por causa da crise, o acréscimo no volume de novos financiamentos foi insignificante, de 1,3% na comparação com 2007.

A grande disposição de aprovar empréstimos para o consumidor neste fim de ano é nítida entre bancos, financeiras e empresas de cartões de crédito. Para estimular os financiamentos, algumas instituições financeiras estão elevando os volumes para liberação de novos empréstimos e ampliando os prazos dos empréstimos.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Noticias do Mercado Ewerton em 22 Nov 2009

Banco do Brasil e Bradesco disputam liderança no pioneirismo das agências no interior do Brasil

RIO - A disputa pelo pioneirismo no interior do Brasil deixa em evidência a acirrada concorrência entre a primeira e a terceira maiores instituições financeiras do país. Numa queda de braço não declarada, Banco do Brasil (BB) e Bradesco tentam provar quem vai mais longe, como mostra reportagem de Vivian Oswald publicada na edição deste domingo do GLOBO. O Bradesco está fazendo uma ampla campanha publicitária para divulgar que está presente em 100% dos municípios brasileiros. O BB não comenta, mas lembra que a metodologia usada não bate com a do Banco Central.

As contas do BC deixam o Bradesco em segundo lugar quando o assunto é agências pelo país. O BB estaria em 3.442 municípios, enquanto o Bradesco, em 2.959. Os dados consideram a quantidade de agências, postos localizados em empresas e órgãos públicos, postos com um funcionário do banco em localidades mais difíceis e terminais eletrônicos. Ou seja, tudo o que implique o uso de máquinas e funcionários próprios das instituições.

Por esta razão, o BC não contabiliza correspondentes bancários nem o Banco Postal, administrado pelo Bradesco com uso da estrutura dos Correios.

Fonte: O Globo

Noticias do Mercado Ewerton em 22 Nov 2009

Estelionatários falsificam decisões

Uma reportagem do programa Fantástico, do último domingo, retratou a situação das fraudes envolvendo os empréstimos consignados, aqueles realizados por servidores públicos, ou aposentados, e descontados diretamente na folha de pagamento. Em todo o Brasil, cerca de quatro mil aposentados teriam denunciado empréstimos não autorizados e em 1.011 casos já houve a confirmação das fraudes, dos quais pelo menos 30 vítimas são da cidade potiguar de Água Nova, no Alto Oeste.

previdencia vitimas fraudes - previdencia vitimas fraudes

No Rio Grande do Norte, a Polícia Civil revela que os estelionatários estão agindo com cada vez mais ousadia, falsificando até mesmo decisões judiciais. “Cada vez mais os falsários estão se especializando e aprimorando suas técnicas. Eles agora falsificam decisões interlocutórias, como se fosse emitidas por juízes”, revela o delegado de Falsificações e Defraudações (Defd), Everaldo da Silva Fonseca. O objetivo dos golpistas é abrir uma margem de crédito em nome da vítima, para que possam efetuar um novo empréstimo e tirar mais dinheiro.

Muitas vezes o aposentado ou funcionário público, do qual o falsificador obtém os dados, já possui um empréstimo consignado e não haveria condições de o estelionatário usar os dados para realizar um novo empréstimo. Ele, então, utiliza a decisão judicial falsa para cancelar as cobranças do empréstimo original, abrindo uma margem de crédito para que seja realizada uma nova consignação. A “tática” pode servir inclusive para realizar vários empréstimos em nome de uma única pessoa.

O delegado, que já teve acesso a algumas dessas falsificações, revela que se tratam de “trabalhos de profissionais”, com direito a termos técnicos e jurídicos. A ousadia maior do estelionatário está no fato de que ele precisa convencer os bancos, e ainda as instituições nas quais as vítimas trabalham, de que o documento é verdadeiro. Até mesmo organizações militares já foram ludibriadas com o golpe da decisão falsa.

Everaldo da Silva diz que não há como confirmar a maneira pela qual os estelionatários têm acesso aos dados dos servidores públicos e aposentados. Ele alerta, porém, que há alguns cuidados que podem reduzir as chances de alguém se tornar vítima. Um deles é evitar “atravessadores”, ou pessoas que atuam como “despachantes”, prometendo facilitar o processo de obtenção de crédito.

“Se você está querendo contrair um empréstimo, que seja consignado ou não, deve procurar diretamente a instituição bancária (empresas que realizam o empréstimo também trabalham para os bancos). Principalmente a instituição bancária a qual você é vinculado e onde recebe seus proventos”, orienta. E caso o cidadão constate alguma cobrança indevida em seu contracheque, deve ir diretamente ao banco e encaminhar a denúncia à polícia.

Em Natal, contudo, Everaldo da Silva revela que foram poucas as que chegaram à Delegacia de Falsificações este ano. “É um número muito baixo, até porque muitos casos ocorrem no interior e as denúncias são feitas nas delegacias de lá mesmo.” Já de acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Federal, a PF só entrará nas investigações, no Rio Grande do Norte, caso seja comprovada a participação de algum funcionário do INSS no esquema fraudulento.

Cartórios poderiam reduzir riscos de fraude

O coordenador de Operações e Normas do Procon/RN, Dari Dantas, é favorável a um aumento das exigências de segurança para que sejam liberados os empréstimos consignados. Em seu entender, uma das opções viáveis seria obrigar os contratos de empréstimo a passarem pela análise dos cartórios. “O ideal é que fossem inclusive registrados nos cartórios, mas ainda que passasse pelo cartório somente para reconhecer a firma, fazer a comparação das assinaturas, certamente já evitaria muitas das fraudes que ocorrem hoje”, considera.

Ele afirma que casos esporádicos de vítimas de fraude no empréstimo consignado chegam ao conhecimento do Procon, mas não há estimativa a respeito, assim como na Delegacia de Falsificações. “Agora, são casos de polícia”, lembra. As vítimas são orientadas a procurarem os bancos e registrarem o boletim de ocorrência, para provar o quanto antes que não contraíram o empréstimo e suspenderem a cobrança. Além da modalidade normal de fraude, muitos cidadãos também são vítimas da renovação irregular de empréstimos. “Geralmente pedimos ao banco que mostre o contrato com a assinatura do cliente pedindo, ou renovando o empréstimo. Se for o caso, pedimos um lado do Itep para comprovar se a assinatura foi falsificada”, explica. Dari Dantas lembra que no site do Procon (www.procon.rn.gov.br) existe um link com um “Roteiro para empréstimo consignado”, que pode servir de ferramenta para os cidadãos.

Volume de crédito aumentou 32%

Os empréstimos consignados resultaram na movimentação de R$ 100,4 bilhões em todo o Brasil, no último mês de setembro. O valor é 32% superior ao mesmo mês do ano passado. Atualmente, essa modalidade responde por mais de metade dos créditos pessoais, tendo alcançado um percentual de 58,7%. A grande vantagem dos créditos consignados é mesmo a baixa taxa de juros cobrada pelas instituições bancárias, já que o dinheiro é descontado diretamente do contracheque, reduzindo a praticamente zero os riscos de inadimplência.

De acordo com o levantamento do Banco Central, a média de juros nessa modalidade de financiamento está em 27,1% ao ano. O percentual é várias vezes menor que o dos juros cobrados pelo cheque especial (162%), e bem mais baixo do oferecido na compra de bens (51,4%), ou mesmo nos empréstimos para pessoas físicas, que mesmo tendo alcançado o menor nível desde 1994, estava em 43,6%, ao ano, no mês de setembro.

A quantia total envolvendo operações de crédito em geral no Brasil bateu recorde naquele mês, tendo valor recorde de R$ 1,347 trilhão. O crescimento nos últimos 12 meses foi de 16,9%. O valor representa 45,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do País.

Fonte: Tribuna do Norte

Comunicado MATONE Ewerton em 18 Nov 2009

VALIDAÇÃO DO CEP NA DIGITAÇÃO DE PROPOSTAS

 cid F9739A264A294BF7BD4E412EE561E85C tecnologia -  cid F9739A264A294BF7BD4E412EE561E85C tecnologia

Nº 139/09

Prezado Correspondente Matone,

A partir de 24/11/2009, terça-feira próxima, o sistema sicred.web de digitações das propostas passa a validar o CEP digitado. Ao ser digitado o CEP e acionado o botão “consultar”, o sistema preencherá o endereço, bastando o usuário efetuar a conferência e acrescentar o número da residência do cliente e as informações complementares respectivas (apto, casa, etc), se houver. Abaixo a área da tela onde poderá ser localizado o novo processo a partir da data de implantação:

Residencia - Residencia

Caso o CEP informado não seja encontrado na base de consultas do sicred, será demonstrado um “alerta” informando que o número não foi encontrado devendo o usuário identificar se houve algum erro de digitação ou informação de CEP incorreto.

Cep nao encontrado - Cep nao encontrado

Em caso de dúvidas comerciais, solicitamos contatar seu Gerente de Relacionamento Comercial no Matone. Dúvidas operacionais ou de sistemas, solicitamos contatar nosso Centro de Atendimento ao Correspondente (CAC) pelos canais de atendimento abaixo discriminados:

à web atendimento à www.matone.com.br
Email à centraldocorrespondente@matone.com.br

- Próxima Página »